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“O mercado de milho no Brasil voltou a esquentar. Mais um destino importante: além da China, agora a Europa quer milho brasileiro”. A informação é da equipe de analistas de mercado da consultoria TF Agroeconômica.

“A Europa continua olhando o milho no Brasil durante essa semana. Os prêmios aqui já subiram 20 centavos desde segunda-feira. A produção de milho na Europa ainda está estimada em 68 milhões de toneladas e as importações deverão totalizar 16 milhões de toneladas”, informaram os analistas.

“Tem gente que fala que a produção de milho na Europa teria perda de 60 milhões. Se isso for verdade, e sem a presença da Ucrânia, seu principal fornecedor, o Brasil terá um grande programa garantido”, disseram os especialistas da TF.

“Nessa semana falam de farmer selling de 800 mil toneladas. Os preços no interior subiram de R$ 3,00 a R$ 4,00 por saca. Tradings estão agressivas nas compras no interior. Os preços lá estão subindo”.

Domínio

Por sua vez, a consultoria AgResource Brasil coincide em afirmar que o Brasil “continuará a dominar o comércio de milho no início do outono. Mas o fato de a produção mundial de milho não conseguir atender ao consumo em 2022/23 será o ponto mais importante no longo prazo”.

Os analistas da AgResource continuam a reduzir o potencial de rendimento do milho da União Europeia, pois o calor e a seca persistem na Europa Ocidental e a umidade do subsolo se esgotou inteiramente em todas as regiões. Além disso, não há sinal de chuva na Europa Ocidental por mais 10 dias.

Se a Ucrânia não for capaz de fornecer à Europa pelo menos 1,5 milhão de toneladas por mês, haverá provavelmente um “recorde de demanda global de importação”, concluiu a filial da empresa norte-americana AgResource Company.

Fonte: Agrolink
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